“A maior Liberdade de Expressão é a Expressão da Liberdade”.




Carlos Ayres Britto.








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terça-feira, 30 de março de 2010

Técnicas de Entrevista

ESTRATÉGIAS
Grandes entrevistadores adquirem técnicas que transformam o jogo de perguntas e respostas numa espécie de xadrez, conseguindo arrancar declarações que o entrevistado não pretendia fazer.
Mas não basta ter experiência. É preciso trabalhar duro antes da entrevista, pesquisando tudo sobre os temas a serem tratados e sobre o entrevistado.
Depois de bem preparado (de preferência um ou mais dias antes) o entrevistador deve fazer um roteiro com começo, meio e fim. O objetivo não é bitolar e restringir o desempenho do entrevistador, mas ser uma base referencial para evitar "brancos" e atropelos.
É importante que o entrevistador seja o condutor da entrevista. Mas só estará no comando se estiver bem informado e bem preparado. "É estimulante para o entrevistado, nos momentos em que a fala se interrompe, perceber que o entrevistador está compreendendo o enunciado...se o entrevistado declarou que a economia vai bem, uma observação óbvia, tal como 'o senhor é então otimista quanto aos acontecimentos do futuro próximo' vale não por seu conteúdo, mas pela demonstração de interesse e entendimento. Dependendo, no entanto, das circunstâncias, pode ser conveniente apresentar um dado de contestação, no momento adequado, para obter maior espontaneidade, expansão ou aprofundamento", ensina o professor Lage.
O ideal é que a entrevista flua espontaneamente, cada resposta permitindo o "encaixe" da pergunta seguinte.
Afirma Carlos Tramontina que "a estratégia mais produtiva é aquela baseada na informação: jamais um entrevistado experiente conseguirá fugir das perguntas ou esconder os fatos se diante dele estiver sentado um entrevistador cheio de informações".

segunda-feira, 29 de março de 2010

JORNALISMO DE MODA - NA PRÁTICA

O século XXI trouxe novas responsabilidades para o jornalista de moda. A globalização representa um maior dinamismo na captação e transmissão de informações. Basta um clique no computador para que desfiles e lançamentos, mostrados em Milão, Paris, Nova Iorque, São Paulo, Rio, Curitiba sejam acompanhados, em tempo real, em qualquer canto do mundo. Informações que estão acessíveis tanto para o jornalista como para o público. Como conseqüência, o público tem mais informações sobre moda e se torna mais exigente quanto à qualidade, ao conteúdo da divulgação. A moda transformou-se em assunto para milhões de pessoas – eventos como São Paulo Fashion Week e Fashion Rio contribuíram para que lançamentos e atrações de cada temporada conquistassem um espaço privilegiado na mídia brasileira. O jornalista tem como responsabilidade principal, neste mundo globalizado, aproximar-se do foco de interesse do seu público, conhecer suas expectativas e principalmente tornar-se um porta-voz do que acontece no seu ambiente, na sua cidade. Este é o grande diferencial nos dias de hoje em coberturas e divulgação de qualquer assunto em jornais, revistas, sites. Quando todo mundo tem acesso a informações globalizadas, o jornalista assume o papel de divulgar o que acontece na sua aldeia. Fala de sua cidade para o mundo. O público passa a ser uma de suas mais importantes fontes de informação. O que é a moda para ele? Qual é a importância da moda em sua vida?

quarta-feira, 24 de março de 2010

O Assessor de Imprensa Digital


Com as novas tecnologias e ferramentas, não é precipitado afirmar que os melhores profissionais de comunicação estão inseridos em uma esfera totalmente digital, constituída, principalmente, pelo Twitter, Facebook, blog, Listal, Delicius, Orkut, YouTube e MySpace, entre tantas outras social medias.
Isso porque as marcas e empresas têm a necessidade de, inicialmente, proteger suas identidades e propriedade intelectual e, em um segundo momento, faz-se necessário manter a reputação, se aproximar dos consumidores e traçar estratégias para interagir e conquistar um novo público.
Para que isso ocorra, há um cenário totalmente favorável. Pesquisa da Nielson Online aponta, por exemplo, que no Brasil mais de 80% dos usuários de internet já frequentam redes sociais, um número maior do que a média mundial, que é de 67%.
Outros resultados deste estudo também sustentam os investimentos neste universo tecnológico. No mundo, as pessoas ficam conectadas 11 horas por dia na internet e dedicam apenas uma hora às redes sociais. Já no Brasil, o número surpreende: a cada quatro horas, uma é dedicada às social medias.
Ouvir é o mais importanteNeste contexto, o papel do assessor de imprensa é importantíssimo para que alguns eventuais desvios não ocorram. O primeiro é a falta de clareza nas mensagens e a tentativa de enganar o consumidor. Recentemente, um grande e-commerce divulgou, no Twitter, que vendia determinado produto com desconto. Quando os internautas visitaram o site, perceberam que a história não era bem assim: pouquíssimas unidades daquele determinado produto estavam em liquidação; as demais eram vendidas pelo preço habitual.
Para tentar desfazer o ocorrido, o e-commerce lançou em seguida mais uma promoção. Via Twitter, a empresa informou que poucas unidades de um determinado produto estavam escondidas no site e que quem as encontrasse poderia adquirir com desconto.
Melhor assim, né? Se tivesse solicitado a ajuda da assessoria de imprensa, esse problema, provavelmente, não teria ocorrido e os consumidores compreenderiam toda a mensagem. Nas mídias sociais, que muitas vezes limitam a quantidade de caracteres da mensagem, o conteúdo conciso e claro é imprescindível. Nesse universo, menos é definitivamente mais!
Um outro problema das empresas presentes nas mídias sociais é não ouvir os usuários. Ou seja, postar conteúdo atrás de conteúdo e não se preocupar com o retorno e sugestões dos "seguidores" do Twitter, por exemplo. Muitas empresas, infelizmente, seguem essa linha e se esquecem de que ouvir é realmente o mais importante passo no processo de aprendizagem sobre as redes sociais na web.
Conteúdo e social mediaPara fazer parte deste contexto, o assessor de imprensa precisa ser digital. Ou seja, ter habilidades e competências para propagar mensagens de marcas e empresas através de mídias sociais, contribuindo para um crescimento sustentável das corporações. O comunicador precisa, portanto, compreender este universo e explorá-lo ao máximo.
É claro que os outros campos não devem ser esquecidos. O americano John H. Bell, managing director da Ogilvy PR, já defendeu mais de uma vez que o assessor de imprensa precisar ser 20% digital, 20% estratégico, 15% conhecedor de mídias e 10% conhecedor do universo boca a boca. O restante dos percentuais – com menor peso – é divido entre o poder de pesquisa e de parceria, entre outras competências.
Na prática, a Ogilvy PR já desenvolveu projetos com esse norte. Uma fundação americana levou à John H. Bell o seguinte desafio: "Queremos ter reconhecimento global, não apenas de nosso país." Para atender o cliente, a Ogilvy PR desenvolveu, basicamente, estratégias digitais, utilizando, por exemplo, blogs, Flicker, Facebook, MySpace e Twitter para propagar conhecimento e conteúdo.
O resultado foi alcançado em pouco tempo e o sucesso da iniciativa sustentou o que muitos especialistas adoram repetir: "Para ser global, use as mídias sociais." A receita é simples de se seguir: estudos indicam que os consumidores são impactados diariamente por mais de 3.000 mensagens e que buscam conteúdos atraentes e divertidos.
Mesclar esse conteúdo com as social medias é, portanto, um tarefa que ainda intriga os comunicadores, mas que se tornou a chave do sucesso para qualquer iniciativa de assessoria de imprensa.
Seja bem-vindo à era do comunicador digital!

(*) Rodrigo Capella é assessor de imprensa desde 2002, formado em Jornalismo pela Umesp, pós-graduado em Jornalismo Institucional pela PUC-SP, autor, entre outros, de "Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia".

JORNALISMO AMBIENTAL

O que se convencionou chamar de Jornalismo Ambiental não é um conceito fechado. Entendo o Jornalismo Ambiental como um gênero de cobertura bastante sensível aos estragos causados por um modelo de desenvolvimento que vem exaurindo, em velocidade assustadora e numa escala sem precedentes, os recursos naturais não renováveis do planeta, com impactos negativos sobre a qualidade de vida da população.
O Jornalismo Ambiental preconiza um olhar ecológico, inter-relacional, que remete a uma abordagem sistêmica dos assuntos do cotidiano. Invariavelmente desagrada interesses políticos e econômicos contrários à sustentabilidade.
Pela gravidade da crise ambiental em que estamos mergulhados nos dias de hoje, pode-se dizer que que o estudante de jornalismo que sai da universidade depois de quatro anos de curso sem um pacote mínimo de informações na área ambiental, não está apto a cumprir sua função social. O que se espera do profissional de imprensa nesse momento é a capacidade de denunciar com clareza o que não é sustentável e sinalizar rumo e perspectiva para a sociedade.

JORNALISMO DIGITAL

Um excelente trabalho sobre essa vertente do jornalismo! Leiam e apreciem!



Jornalismo Digital

Novos paradigmas de Produção, Emissão e Recepção do Discurso

Pedro Celso Campos
Durante os últimos cinco séculos o homem testemunhou a evolução e a crescente importância da comunicação, desde que Gutenberg imprimiu, em 1455, a famosa Bíblia de 42 linhas por coluna, aperfeiçoando, assim, a tipografia que fundidores europeus já conheciam desde 1260. Livros impressos, com caracteres móveis, datando das primeiras décadas do século XV, foram descobertos na Coréia. Mas é a partir da segunda metade do século XVI que o livro impresso corta, definitivamente, suas ligações com o livro manuscrito. Com o livro impresso, o alvorecer do século XVI também registra o surgimento da imprensa. Nos primeiros anos desse século, mais de 50 cidades alemãs já tinham jornais.
O que possibilitou o rápido crescimento da imprensa, naqueles primeiros anos, foi a ação dos chamados “impressores ambulantes” que levaram a “invenção de Gutenberg”, isto é, a arte de imprimir com tipos móveis ( tipografia ), para 247 cidades européias, das quais 78 italianas. É em Roma que surge a imprensa latina, tal qual conhecemos, porque ali os impressores abandonam a influência gótica dos escritos medievais e adotam os caracteres romanos.
Por 400 anos a arte de imprimir livros e jornais conheceu poucos aperfeiçoamentos, mas no final do século XIX surgiu um sistema automático de produção de tipos gráficos para acelerar a montagem do texto a ser impresso: era a Linotipo, inventada por Ottmar Mergenthaller em 1884, em Baltimore, EUA. A partir daí, ao invés dos tipos individuais, montados à mão, era possível compor a linha inteira que era fundida em chumbo depois de “digitada” no teclado da própria máquina.
Paralelamente foram sendo introduzidas novas tecnologias também no sistema de impressão. As máquinas planas, que imprimiam o jornal folha por folha, foram sendo substituídas pelas rotativas que usavam bobinas de papel e já finalizavam a encadernação e o empacotamento do jornal impresso.
Entretanto, foi a substituição da linotipia pela computação eletrônica e, por outro lado, a substituição da impressão tipográfica pela impressão em off-set que permitiram, no século XX, a transformação dos jornais em grandes empresas de comunicação.
As demais mudanças ocorridas no jornalismo foram provocadas, também no início do século XX, pela concorrência com os meios eletrônicos: o rádio, a televisão e, mais recentemente, a internet.
Dos “tipos romanos” que os fundidores alemães disseminaram pela Itália no século XV, ao “Times New Roman” deste texto eletrônico, composto em corpo 12, no computador, de forma instantânea, com possibilidade de reprodução a cores, também de forma instantânea mesmo que a impressora esteja situada do outro lado do planeta, a evolução foi notável.
Mas os aperfeiçoamentos não cessam porque é próprio da inteligência humana buscar novas formas de melhorar ainda mais o que faz. Uma tecnologia acaba influenciando a outra, num processo contínuo e interminável.
Para continuar lendo acesse o link:

terça-feira, 23 de março de 2010

Assembléia gaúcha aprova exigência de diploma para jornalistas no serviço público

Jornalistas gaúchos comemoraram nesta quarta-feira (17/03) a aprovação, pela Assembléia Legislativa do RS, do Projeto de Lei 236/2009, que torna obrigatório o diploma de Jornalismo para o exercício da profissão no serviço público estadual. A FENAJ prossegue com a orientação de que se busque, nos estados, contato com os líderes de bancadas para acelerar a composição da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisará a Proposta de Emenda Constitucional 386/09.

Na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul o Projeto de Lei 236/2009 foi aprovado por unanimidade. Tal resultado surpreendeu o próprio autor do projeto, o deputado Sandro Boka (PMDB). “Confesso que fiquei surpreso com a unanimidade, mas esperava uma certa aprovação porque quando o STF derrubou o diploma, muitos deputados repudiaram a decisão”, explica.

Agora, o PL deverá ir para sanção da governadora Yeda Crusius (PSBD). “O Legislativo do Rio Grande do Sul deu um exemplo que deve ser seguido por todo o País. Foi uma resposta ao STF. Agora só precisamos fiscalizar para que essa lei seja cumprida”, diz o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Maria Rodrigues Nunes, que pretende solicitar uma audiência com a governadora e pedir a aprovação do projeto.

Com a possibilidade de um acordo de lideranças definir algumas das Propostas de Emenda Constitucional a serem apreciadas entre as 68 que tramitam na Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar, o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, voltou a pedir empenho dos apoiadores do movimento em defesa do diploma nos estados no sentido de sensibilização dos líderes partidários. “É fundamental que façamos este contato pelas bases para que a Comissão Especial comece seus trabalhos o quanto antes”, sustenta, lembrando que em ano eleitoral o ritmo de funcionamento do parlamento brasileiro sofre alterações.

Em Pernambuco, o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Ayrton Maciel, manteve contato com os deputados (os dois pernambucanos que ocupam cargos de liderança, atualmente) Fernando Ferro - líder do PT - e André de Paula (DEM), líder da bancada de oposição na Câmara Federal. Ambos se prontificaram em pedir às suas bancadas que indiquem os nomes para a Comissão Especial que analisará a PEC 386/09, a PEC do Diploma. "A expectativa da FENAJ é a de que a PEC na Câmara possa ser votada no plenário até o final de maio. Expectativa de agilidade que também temos em relação à PEC no Senado. Por isso é importante a mobilização. Além disso, ela pode impedir que haja precipitação de alguma entidade, em algum estado, quanto a alguma medida que fragilize a nossa luta", destacou Maciel.

Com informações dos Sindicatos dos Jornalistas do RS e de PE

quinta-feira, 11 de março de 2010

MY FIRST POST!! MÍDIAS SOCIAIS


O termo Social Media em inglês é traduzido para Mídia Social em português e significa o uso do meio eletrônico para interação entre pessoas. Os sistemas de relacionamentos digitais combinam textos, imagens, sons e vídeo para criar uma interação social de compartilhamento de experiências.
O ser humano é antes de tudo um ser social, as ferramentas digitais estão potencializando essa tendência e alterando completamente a comunicação dessa nova economia.
Presença digital é um conceito que vamos ouvir falar muito esse ano no mercado de marketing digital, afinal, hoje com o amplo crescimento das Redes Sociais, as marcas querem cada vez mais estar presente nesse mundo, com objetivo de atingir seus consumidores; pois bem, é importante ressaltar que presença digital não é apenas Redes Sociais, esse é um dos pilares, importantes, claro, mas não único; outro fator a ser levado em conta é o fato de que não basta estar nas Redes é preciso saber estar.
Temos um enorme desafio pela frente entender as novas regras da comunicação. É uma maravilha estar aqui e agora!
BEM VINDO!