“A maior Liberdade de Expressão é a Expressão da Liberdade”.




Carlos Ayres Britto.








Pesquise neste Blog!!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O jornalismo empresarial: cada vez mais digital!

“Recomendo sugarem do livro os muitos proveitos possíveis que ele propicia. Com ênfase particular, estendo a recomendação a quem, por proximidade profissional e /ou acadêmica, se interessa pela prática do jornalismo na comunicação interna das empresas”. Na frase acima, Carlos Chaparro analisa o livro “Jornalismo Empresarial: isso é possível?” (Mercado de Comunicação), de autoria do jornalista Guilherme Diefenthaeler, que se dedica há quase 20 anos à comunicação corporativa. Com 118 páginas, a obra discute temas importantíssimos para os profissionais de comunicação. Nos capítulos, há espaço para discussões culturais como linguagem; e também de cunho totalmente corporativo, como gestão, valor do jornal empresarial e a presença do jornalismo nas organizações.O ponto mais interessante, no entanto, é a pesquisa realizada pelo autor. No capítulo 07, Guilherme apresenta estudo realizado com 15 jornalistas que atuam em empresas, agências e instituições. As questões – quatro no total – analisaram, de maneira geral, a qualidade do jornalismo praticado nas empresas e os assuntos abordados pelas publicações corporativas. O levantamento apontou que “há quase um consenso de que a qualidade do jornalismo empresarial praticado no Brasil evoluiu significativamente, em aspectos como conteúdo e apresentação visual, particularmente nos últimos anos”. Outra conclusão é a de que “publicações impressas perduram porque, apesar das novas tecnologias, é restrito o acesso do trabalhador ao computador, embora haja tendência de crescimento do formato digital”. Trata-se, sem dúvida alguma, de uma grande oportunidade para as agências de comunicação. “Transformar” o tradicional conteúdo dos jornais – aprovados por presidência e diretoria - em material atraente para as outras mídias exige persistência, mas também um mergulho profundo nos valores e missões da própria organização. Prepare, então, seu snorkel, máscara e coloque muito oxigênio no cilindro. E.... entre no mar!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Um boa idéia!! Jornal MACRO -Diferente

Assisti esse comercial do jornal METRO e achei super interessante....um filme curto, sem grandes produções porém EXCELENTE ! Jogo de palavras, frase de impacto...reflexão na certa!

Enjoy....

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Como fazer um Plano de Mídia?

Há algum tempo, escolher em qual mídia publicar um produto ou serviço para atingir o seu público era bem mais fácil. Não existiam tantos canais de comunicação, milhares de redes sociais, televisão nos ônibus, entre diversos outros meios.
Com a multiplicação das maneiras de se divulgar um produto, destacando, principalmente, as mídias digitais, a escolha se tornou bem mais complicada. Mas, ao mesmo tempo, atingir um público específico ficou mais fácil. Como são muitas as diferenciações, é possível identificar melhor a segmentação que você quer alcançar. As estratégias deixaram de ser tão gerais e se focalizaram.
Assim, muitas vezes não é necessário investir milhões em uma mídia para chegar ao seu objetivo. Escolher a certa para o seu público pode ser muito mais eficaz e barato do que passar um comercial no meio da novela das oito. E, lembrando que mídia é um dos maiores orçamentos de marketing, um erro pode custar muito caro.
Contudo, também devemos pensar que cada caso é um caso. Não podemos achar que nunca é necessário comprar um espaço de maior valor. Algumas vezes isso é realmente o mais adequado a se fazer e é aí é que entra o conhecimento e a experiência para saber diferenciar cada situação.
Confira abaixo o roteiro para elaboração de um Plano de Mídia.

Modelo de roteiro de plano de mídia

A. Informações Básicas

1. Produto:

 Descrição e destaque para principais atributos.
 Análise do quadro geral de vendas e distribuição.
 Análise dos pontos fortes e fracos.

2. Situação do Mercado:

 Análise geral do ambiente de marketing, destaque para
principais fatores que podem influenciar planejamento.
 Participação de vendas por marca no setor.
 Ameaças e oportunidades.

3. Concorrência:

 Principais características e diferenciais.
 Análise dos dados de vendas, preço e distribuição.
 Ações de marketing e comunicação.

4. Público-alvo:

 Dados demográficos (sexo, classe social, faixa etária, nível
de ocupação e instrução).

5. Objetivo de marketing:

 Pretensão do cliente para o produto em relação a vendas,
comunicação, concorrência.
 Meta: determinação numérica de vendas e do tempo
previsto.

6. Estratégia de marketing:

 Atividades previstas para atender ao objetivo de marketing.
 Ex: aumentar a capacidade de produção, melhorar
distribuição, diminuir preço, realizar promoção de vendas,
investir em propaganda.

7. Objetivo de comunicação:

 Determinação daquilo que o público-alvo deve receber em
termos de propaganda.
 Ex: benefícios do produto, imagem de marca, ataque à
concorrência.
 Tempo previsto para alcançar o que foi determinado.

8. Estratégia de comunicação:

 Quais caminhos serão seguidos para se alcançar o que foi
proposto.
 Ex: Apresentar atributos do produto, valorizar seus
benefícios, ressaltar qualidades.

9. Praça de veiculação:

 Distribuição das vendas por praças do produto dos
concorrentes – levantamento.
 Indicação das praças prioritárias para campanha.

10. Período de veiculação:

 Indicação dos períodos de maior e menor consumo.
 Indicação do período de veiculação.

11. Verba disponível:

 Apresentação do valor da verba de que o cliente dispõe para
formalizar a campanha.
 Apresentação da verba recomendada quando o cliente não
apresenta valores.

B. Objetivo de mídia

É a parte mais importante do plano de mídia – formula-se o
pensamento estratégico na área, o qual funcionará como eixo para
o desenvolvimento das ações. Necessita-se de uma visão global
sobre o plano de mídia para se estabelecer: alcance junto ao
público-alvo, freqüência média, continuidade de veiculação, os
meios mais adequados, os veículos selecionados e a maneira
como a veiculação será implementada.

1. Alcance: determina-se o percentual do público-alvo que se
pretende atingir com a campanha (principalmente TV).

2. Freqüência média: quantidade média de exposições (TV).

3. Continuidade: distribuição dos flights em relação às
semanas de veiculação – continuidade linear, em onda ou
concentrada.

C. Estratégia de mídia

Nesta etapa, selecionam-se os meios que serão utilizados para
atender ao objetivo de mídia. Durante o processo de seleção devese
levar em consideração que cada veículo desempenha um papel
específico dentro da campanha. Pode-se determinar três tipos
básicos de seleção de meios:

1. Meio básico: meio único ou principal de uma campanha,
caracteriza-se por atender quase plenamente aos objetivos.

2. Meio complementar: Complementa o meio básico em
situações específicas – atingir a maioria do público-alvo,
atender estratégia de continuidade linear da campanha,
permitir detalhamento de características do produto.

3. Meio de apoio: serve de reforço ao meio básico no sentido
de alcançar alta freqüência de exposição – principalmente
quando se necessita reforçar a marca na mente do
consumidor.

D. Cronograma de veiculação

Recurso gráfico que deve facilitar a visualização de como os
meios serão utilizados em um determinado período de campanha.
Deve possibilitar ao profissional de mídia uma forma de explicar
de maneira clara, simples e direta como se desenvolverá a
campanha.

E. Tática de veiculação

É a apresentação detalhada de como a veiculação será executada,
neste item pesam as informações que demonstrem os índices de
audiência ou penetração, rentabilidade dos veículos ou programas
selecionados, analise de retorno sobre investimento.

F. Breakdown – resumo das utilização da verba por veículo (%)

Quadro que contém os valores absolutos e relativos (%) da
programação de mídia selecionada totalizando a verba
recomendada ou determinada pelo cliente.

G. Anexos

Devem-se incluir no plano de mídia demais documentos inerentes
ao processo estratégico – dados de pesquisa de mídia,
demonstrativos de negociação, propostas de patrocínio e de
oportunidades disponíveis no mercado.

Fonte

terça-feira, 22 de junho de 2010

LIVRO: REPORTAGEM NA TV




Um panorama de como realizar reportagem para Televisão a prática de profissionais que acompanhamos diariamente nos telejornais. Um livro para jornalistas, para quem quer ser jornalista e para o curioso em conhecer o universo jornalístico.Quais são as peculiaridades de uma reportagem na televisão? Que tipos de reportagem existem? Quais os caminhos para uma boa reportagem especial? Os cuidados, a linguagem, a fala, a produção, a edição. Tudo isso é deliciosamente escrito por quem vive no dia a dia da redação. O jornalista Alexandre Carvalho, que atuou nas principais emissoras de televisão do país, conta aos leitores a importância do trabalho em equipe, a forma como é decidida uma cobertura especial e sugere um novo modelo de atuação. Autoria coletiva de Alexandre Carvalho, Fábio Diamante, Thiago Bruniera e Sérgio Utsch. Eles revelam os bastidores de algumas importantes e premiadas reportagens especiais.

VALE A PENA CONFERIR!

DICA DE LIVRO: Reportagem de TV



Um panorama de como realizar reportagem para Televisão a prática de profissionais que acompanhamos diariamente nos telejornais. Um livro para jornalistas, para quem quer ser jornalista e para o curioso em conhecer o universo jornalístico.Quais são as peculiaridades de uma reportagem na televisão? Que tipos de reportagem existem? Quais os caminhos para uma boa reportagem especial? Os cuidados, a linguagem, a fala, a produção, a edição. Tudo isso é deliciosamente escrito por quem vive no dia a dia da redação. O jornalista Alexandre Carvalho, que atuou nas principais emissoras de televisão do país, conta aos leitores a importância do trabalho em equipe, a forma como é decidida uma cobertura especial e sugere um novo modelo de atuação. Autoria coletiva de Alexandre Carvalho, Fábio Diamante, Thiago Bruniera e Sérgio Utsch. Eles revelam os bastidores de algumas importantes e premiadas reportagens especiais.


VALE A PENA CONFERIR!

terça-feira, 8 de junho de 2010

DICAS: Marketing Jurídico Prático

Sabe aquelas dicas que você sempre quis de marketing jurídico e tinha medo/receio ou não sabia como perguntar? Seus problemas acabaram!

Leia abaixo algumas ideias práticas de Marketing Jurídico:

Tenha um Blog

Crie um blog, é de graça, atualize periodicamente, preferencialmente diariamente, com artigos simples, diretos e objetivos nas matérias que atua como profissional.

Participe das redes sociais

Esteja conectado nas redes, principalmente Facebook e Twitter, atualizando periodicamente sobre tudo que você está fazendo em termos profissionais, bem como sobre seus artigos publicados no Blog (tem inclusive como automatizar, o artigo no blog é publicado e automaticamente atualiza no Twitter e Facebook).

Divulgue o Blog sempre

Pegue um resumo dos artigos publicados no blog e envie aos clientes, parceiros, enfim, aquelas pessoas que você se comunica. Não esqueça de pedir autorização para enviar os artigos, senão acabarás fazendo SPAM.

Fale, exponha suas ideias

Não fique esperando que o cliente venha ao seu escritório. Como o cliente irá saber que você é o melhor advogado do mundo se ele não sabe as suas ideias, conhecimento, opinião?
Crie uma coluna num jornal e escreva sobre assuntos jurídicos (nada de responder casos de clientes, mas de falar sobre temas de interesse público). Faça o mesmo numa rádio. Pegue associações comerciais, industriais, etc e faça uma palestra.O mundo está sedento de informações. Todos querem ouví-lo, podes ter certeza!

Participe de grupos virtuais e/ou presenciais

Ingresse em dois ou três grupos virtuais de negócios, nas áreas de interesse do teu cliente, enfim, em grupos que possam agregar possíveis interessados no teu trabalho. Participar de grupos jurídicos é maravilhoso para trabalho como correspondente e quem sabe futuras alianças estratégicas, mas não para clientes em potencial.
Se o grupo ou palestra oferecer espaço para networking, ótimo. Participe também de rodadas de negócios. Vale a pena conhecer outros mercados, pessoas, empresas.

Tenha sempre um cartão de visita

Não se acanhe em entregar um cartão de visitas junto com um sorriso e um aperto de mão. Cordialidade, bom senso e oportunidade para entregar sempre existem em qualquer conversa. Nem que seja na hora de se despedir, pegue um cartão, entregue e diga: "Estou sempre as ordens","Vamos manter contato", etc.

Enfim, Marketing Jurídico não é impossível, nem irreal ou complicado. Basta dedicação, visão e principalmente atitude.

Pense nisto

Fonte

quinta-feira, 27 de maio de 2010

STF julga decreto sobre TV digital nesta quinta-feira 26/05/2010

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta quinta-feira (27/05) o julgamento sobre a constitucionalidade do Decreto 5.820, de 2006, que estabeleceu o Sistema Brasileiro de TV Digital e as regras para a digitalização da televisão no país. O questionamento do decreto é de autoria do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3944) por considerar que o SBTVD não é apenas uma atualização dos serviços de radiodifusão no país.Tendo como relator o ministro Carlos Ayres Britto, a ADI 3944 foi impetrada pelo PSOL em 21 de agosto de 2007. O partido questiona os artigos do Decreto 5.820 que concedem novos canais digitais aos atuais concessionários de emissoras de televisão, sem licitação e atropelando preceitos constitucionais. E argumenta que tal iniciativa amplia a concentração da propriedade dos meios de comunicação no país.A inconstitucionalidade argüida pelo PSOL já foi respaldada pela Procuradoria Geral da República (PGR), que em junho de 2009 emitiu parecer considerando a ação procedente. Desqualificando a TV Digital como mera continuidade dos serviços de Televisão hoje prestados no país, a PGR apontou que o novo sistema cria novos serviços, como a possibilidade de transmissão de dados, a interatividade e a recepção móvel de sinais. Argumenta, também, que o decreto não respeita o processo de renovações e concessões, contrariando o Artigo 223 da Constituição Federal, e que a escolha do padrão japonês para implementação do SBTVD não foi transparente.Diversas entidades e movimentos sociais ingressaram no processo apoiando a ação do PSOL na condição de Amicus Curiae (amigos da Corte). Já do lado do governo, que sustenta que as novas outorgas dos canais digitais ocorreram porque não constituem novas concessões, também na condição de Amicus Curiae, estão entidades empresariais como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Radiodifusores e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Todo jornalista tem que ser criativo em suas matérias

Não existe forma fixa para se criar um texto, ele nasce estruturado no repertório e criatividade do seu autor.

É verdade que não existe uma forma fixa para se criar um texto, ele nasce estruturado no repertório e criatividade do seu autor, seja qual for seu estilo.

Mas também é verdade que os textos jornalísticos estão cada vez mais enfadonhos, lembram boletins policiais.

Certa vez em uma palestra de comunicação, o palestrante citou um exemplo de criatividade, dizia ele que todo mundo que vai para Paris tira uma foto da torre Eiffel, muitos se contorcem para tentar captar na imagem o máximo possível da torre, por isso todas as fotos são tão iguais. Mas o fotógrafo com criatividade se preocupa com o detalhe, ele fotografa um único parafuso do monumento e desperta mais curiosidade das pessoas do que se o tivesse fotografado por inteiro.

É exatamente isso que falta nos textos jornalísticos, os repórteres chegam ao local do fato com seus textos praticamente prontos, podem acontecer vários fatos pitorescos que fujam da pauta que não vai importar absolutamente nada para o repórter preguiçoso, seu texto será da forma quadrada e chata de sempre.

Diria eu que jornalismo é igual fazer sexo, precisa de preliminar, de posições diferentes, de várias formas de abordar o mesmo assunto, de criatividade, malícia e bom humor.

Tem que fugir das “meras atas” que vemos todos os dias nos jornais. Jornalismo é um ofício artesanal, o artesão tem que manejar as palavras, descrever situações que somente são possíveis constatar no local do fato, às vezes mudar completamente o foco sem deixar a cerne do assunto de lado.

Fazer um simples fato virar uma grande notícia é uma arte.

Jornalismo assim como o sexo tem que ser: responsável, criativo, sedutor e dar prazer. Caso contrário fica a mesmice enjoativa de sempre; muitas vezes é o jornalista que faz o leitor cometer o adultério.

Do SJPDF

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Instituto lança manual de segurança para jornalistas na Copa do Mundo

Documento aconselha que correspondentes internacionais troquem informações com os jornalistas locais.

O International News Safety Institute (INSI) produziu um manual de segurança para jornalistas que irão atuar na cobertura da Copa do Mundo na África do Sul.O documento apresenta um panorama da violência no país, sobretudo em sua maior cidade, Johhanesburgo, e aconselha que os correspondentes internacionais troquem informações com os jornalistas locais para questões de segurança, segundo informa a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).O manual cita dados da CIA que indicam o país como primeiro colocado em homicídios e estupros no mundo; segundo na lista de violência com armas de fogos e sequestros; e terceiro em assaltos e roubos de carros.
A cartilha de segurança da INSI trata, principalmente, de estratégias para o deslocamento em território sul-africano, mas também fornece informações a respeito de cuidados considerados secundários, como saúde e hospedagem."Aproximadamente 19% dos sul africanos (entre 15 e 49 anos) estão infectados com o HIV. A maior rota de transmissão é da mãe para o bebê ou sexo heterossexual", alerta o INSI."Não ande pelas ruas da cidade sozinho à noite e evite certas áreas de dia. Seja aconselhado por jornalistas locais.
Seu hotel também dará bom aconselhamento. Não vá às cidades satélites sozinho em nenhum momento - sempre leve um guia local", adverte trecho do manual acrescentando que ficar em hotéis é uma alternativa segura, pois, em casa alugadas, "muitas pessoas são atacadas" mesmo dentro das residências.



O que está correto: "em anexo" o apenas "anexo"?


Anexado,anexo. 1. Para expressar uma ação, use anexado tanto com ter e haver como com ser e estar: Tinha (havia) anexado, foi (esta) anexado aos autos. Prefira anexo como adjetivo: casa anexa, documentos anexos.Anexo - Não tem função de advérbio. Dessa maneira, são incorretas as formas "Anexo" envio a carta. / "Anexo" a esta envio a carta.2. Como adjetivo, sua forma habitual, anexo deve figurar em frases como: Envio a carta anexa./ Prédios anexos ao central. / Anexas lhes encaminho as citações. / A certidão está anexa aos autos.Anexo e incluso são palavras que funcionam como adjetivos, devem, portanto, concordar com o substantivo (ou pronome substantivo) a que se referem:Segue anexo o livro.Seguem anexos os livros.Segue anexa a fotografiaSeguem anexas as fotografias.No entanto, deparamo-nos com a expressão:Em anexo documentos comprobatórios. ou Em anexo cartas comerciais. Indiferente do substantivo seguida da palavra em, anexo torna-se invariável.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Marketing Pessoal

Fatos recentes me fizeram relembrar o grande Comandante Rolim Amaro. Em uma das suas famosas "Carta do Presidente" que eram distribuídas aos passageiros da TAM, ele dizia que "mais importante do que saber começar algo era saber terminá-lo". Nesta carta o saudoso Comandante falava com propriedade que sempre lhe foi peculiar, sobre o comportamento dos colaboradores da TAM que eram despedidos. A empresa havia criado um carta demissional onde os colaboradores poderiam descrever tudo o que estavam sentindo. Estas cartas eram analisadas por uma equipe de especialistas em Gestão de Pessoas que esperavam adquirir com estes relatos informações que permitissem construir um melhor relacionamento e sistema de trabalho. A grande surpresa fôra descobrir que o conteúdo destas cartas eram de um rancor maior que o esperado a um ex-colaborador. Elas vinham recheadas de acusações pessoais, intrigas sobre o comportamento de outros companheiros e toda a sorte de maldade contra antigos lideres.
O livro com todas as cartas do Comandante Rolim poderá ser adquirido em qualquer livraria e certamente é uma leitura obrigatória aos jovens executivos que não tiveram a chance de acompanhá-las através de suas viagens. Mas o motivo que me levou escrever este artigo sobre marketing pessoal é para uma situação não citada pelo Comandante. Os que demitem-se de algum cargo. Estamos sempre aprendendo e levamos anos preparando para sermos contratados, mas esquecemos de nos prepararmos para sermos demitidos. Quando vamos a uma entrevista de emprego ou a um novo encontro amoroso é sempre uma grande preparação: banho demorado, perfume, currículo impecável, hálito refrescante etc. Fazemos de tudo para impressionarmos e para gerarmos grande expectativa no outro. Passada esta fase e conquistado nosso objetivo começamos a abrir nossa guarda. Muitas vezes não era o que esperávamos e que criamos uma expectativa maior do que realmente encontramos. Continua aqui
Texto de Carlos Eduardo Munhoz

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Momento Fã!

Paulo Henrique Amorim e Larissa Souza


Uma ótima coincidencia!

Encontrar o jornalista Paulo Henrique Amorim em Salvador!

Registrando...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Afinal, o que é um Artigo?

Com base no livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo, essa semana estou apresentando uma síntese sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna.
Na segunda-feira falei um pouco sobre o
editorial, na quarta-feira sobre o comentário e, hoje, falaremos a respeito do artigo, que possui duas significações. O senso comum atribui-lhe o sentido de matéria publicada em jornal ou revista, não importando a natureza. As instituições jornalísticas, entretanto, identificam o artigo como um gênero específico, uma forma de expressão verbal.
Para Martín Vivaldi, o artigo é um “escrito, de conteúdo amplo e variado, de forma diversa, na qual se interpreta, julga ou explica um fato ou uma idéia atual, de especial transcendência, segundo a conveniência do articulista”.
Nesse conceito de Vivaldi, dois elementos são específicos ao artigo jornalístico: atualidade (liberdade de conteúdo e de forma ao articulista, mas ele deve tratar de fato ou idéia da atualidade; não se restringe ao cotidiano, mas ao momento histórico vivido) e opinião (significação maior do gênero, ou seja, ponto de vista que alguém expõe. Avaliação deve apresentar-se claramente).

Radio Digital - A Nova Geração

Como a televisão, o radio deverá ter sua versão digital. As radio AM terão a mesma qualidade das atuais FM, transmitindo em estéreo. Por sua vez, as FMs devem oferecer qualidade próxima à dos CDs. Além disto, o mostrador de um aparelho domestico ou de automóvel poderá exibir por exemplo, uma serie de informações adicionais, como o nome das emissoras, cotações de moedas estrangeiras e outras. Disputam o mercado o sistema americano, da empresas Ibiquity, e o europeu, desenvolvido pelo consorcio DRM ( Digital Radio Mondiale ). Ambos são variantes de um mesmo padrão, o IBOC ( In Band On Channel ). Há ainda o padrão Eureka 147, europeu, que opera em outra freqüência, e o japonês NISDB-T, ainda em desenvolvimento, mas os dois terão dificuldades de aceitação no BRasil, por não permitir a digitalização em FM e AM. O IBOC transmite simultaneamente sinais analógicos e digitais, que facilita a transição das emissoras que operam analogicamente. Por isso, é provável que será o preferido pelos radiodifusões, tanto dos EUA como da maioria dos paises latino-americnos, já que a transição é mais barata e segura.

sábado, 17 de abril de 2010

Diploma para jornalistas no serviço público é aprovado em Maceió e Natal


É Lei

Natal é a segunda capital brasileira onde a exigência de diploma de Jornalismo para a ocupação das assessorias de imprensa do município agora é Lei. A prefeita de Natal, Micarla de Souza (PV), sancionou nesta terça-feira (13/4) o projeto de lei do vereador Edivan Martins (PV), que torna obrigatório o diploma de jornalismo para atuar na área nos órgãos da capital potiguar. Pioneira, a Câmara Municipal de Maceió promulgou lei no mesmo sentido no dia do Jornalista, 7 de abril.Já no dia 7 de abril, quando recebeu em audiência os vereadores Edvan Martins (PV), Ney Lopes Júnior (DEM), e a presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte, Nelly Carlos, a prefeita de Natal comprometeu-se a sancionar a lei aprovada pela Câmara Municipal. A lei foi publicada no Diário Oficial da cidade desta quarta-feira (14/4).Em Maceió, apesar do desconforto criado na categoria pela proposta de reajuste apresentada pelos patrões (50% da inflação) no Dia do Jornalista, a categoria celebrou a data com uma conquista importante: a promulgação da lei que obriga os poderes Legislativo e Executivo do município a só contrastar jornalistas com diploma.De autoria da vereadora Tereza Neuma (PSB), a lei foi promulgada oficialmente pelo presidente da Câmara, vereador Dudu Holanda (PMN), pois a prefeitura não se posicionou sancionando ou vetando a matéria no prazo legal. Além do ato de promulgação, houve pronunciamentos de vários parlamentares defendendo a proposição, ao mesmo tempo em que se congratulavam com os jornalistas pelo seu dia.Também com objetivo de estabelecer a obrigatoriedade de Diploma de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo no âmbito do município de Campo Grande (MS), o presidente da Câmara Municipal, vereador Paulo Siufi (PMDB), deu entrada no Projeto de Lei nº 6.821/2010. O texto foi lido na sessão desta terça-feira (13/4).

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Comunicação Integrada e novas tecnologias de informação.

Posto abaixo um excelente trabalho sobre a nova vertente da comunicação!

Resumo
Com as tecnologias de informação, o conceito de Comunicação Integrada pode ser reinterpretado a partir das mudanças no ambiente institucional e tecnológico. A construção de uma comunicação integrada passa a envolver conteúdos múltiplos, equipes multidisciplinares, integração informatizada de processos, comunicação em tempo real, atividades virtuais e impõe maior necessidade de planejamento.
Palavras-chave: Comunicação Integrada, Tecnologia de Informação, Mudança.

Leia o trabalho na íntrega aqui!

terça-feira, 30 de março de 2010

Técnicas de Entrevista

ESTRATÉGIAS
Grandes entrevistadores adquirem técnicas que transformam o jogo de perguntas e respostas numa espécie de xadrez, conseguindo arrancar declarações que o entrevistado não pretendia fazer.
Mas não basta ter experiência. É preciso trabalhar duro antes da entrevista, pesquisando tudo sobre os temas a serem tratados e sobre o entrevistado.
Depois de bem preparado (de preferência um ou mais dias antes) o entrevistador deve fazer um roteiro com começo, meio e fim. O objetivo não é bitolar e restringir o desempenho do entrevistador, mas ser uma base referencial para evitar "brancos" e atropelos.
É importante que o entrevistador seja o condutor da entrevista. Mas só estará no comando se estiver bem informado e bem preparado. "É estimulante para o entrevistado, nos momentos em que a fala se interrompe, perceber que o entrevistador está compreendendo o enunciado...se o entrevistado declarou que a economia vai bem, uma observação óbvia, tal como 'o senhor é então otimista quanto aos acontecimentos do futuro próximo' vale não por seu conteúdo, mas pela demonstração de interesse e entendimento. Dependendo, no entanto, das circunstâncias, pode ser conveniente apresentar um dado de contestação, no momento adequado, para obter maior espontaneidade, expansão ou aprofundamento", ensina o professor Lage.
O ideal é que a entrevista flua espontaneamente, cada resposta permitindo o "encaixe" da pergunta seguinte.
Afirma Carlos Tramontina que "a estratégia mais produtiva é aquela baseada na informação: jamais um entrevistado experiente conseguirá fugir das perguntas ou esconder os fatos se diante dele estiver sentado um entrevistador cheio de informações".

segunda-feira, 29 de março de 2010

JORNALISMO DE MODA - NA PRÁTICA

O século XXI trouxe novas responsabilidades para o jornalista de moda. A globalização representa um maior dinamismo na captação e transmissão de informações. Basta um clique no computador para que desfiles e lançamentos, mostrados em Milão, Paris, Nova Iorque, São Paulo, Rio, Curitiba sejam acompanhados, em tempo real, em qualquer canto do mundo. Informações que estão acessíveis tanto para o jornalista como para o público. Como conseqüência, o público tem mais informações sobre moda e se torna mais exigente quanto à qualidade, ao conteúdo da divulgação. A moda transformou-se em assunto para milhões de pessoas – eventos como São Paulo Fashion Week e Fashion Rio contribuíram para que lançamentos e atrações de cada temporada conquistassem um espaço privilegiado na mídia brasileira. O jornalista tem como responsabilidade principal, neste mundo globalizado, aproximar-se do foco de interesse do seu público, conhecer suas expectativas e principalmente tornar-se um porta-voz do que acontece no seu ambiente, na sua cidade. Este é o grande diferencial nos dias de hoje em coberturas e divulgação de qualquer assunto em jornais, revistas, sites. Quando todo mundo tem acesso a informações globalizadas, o jornalista assume o papel de divulgar o que acontece na sua aldeia. Fala de sua cidade para o mundo. O público passa a ser uma de suas mais importantes fontes de informação. O que é a moda para ele? Qual é a importância da moda em sua vida?

quarta-feira, 24 de março de 2010

O Assessor de Imprensa Digital


Com as novas tecnologias e ferramentas, não é precipitado afirmar que os melhores profissionais de comunicação estão inseridos em uma esfera totalmente digital, constituída, principalmente, pelo Twitter, Facebook, blog, Listal, Delicius, Orkut, YouTube e MySpace, entre tantas outras social medias.
Isso porque as marcas e empresas têm a necessidade de, inicialmente, proteger suas identidades e propriedade intelectual e, em um segundo momento, faz-se necessário manter a reputação, se aproximar dos consumidores e traçar estratégias para interagir e conquistar um novo público.
Para que isso ocorra, há um cenário totalmente favorável. Pesquisa da Nielson Online aponta, por exemplo, que no Brasil mais de 80% dos usuários de internet já frequentam redes sociais, um número maior do que a média mundial, que é de 67%.
Outros resultados deste estudo também sustentam os investimentos neste universo tecnológico. No mundo, as pessoas ficam conectadas 11 horas por dia na internet e dedicam apenas uma hora às redes sociais. Já no Brasil, o número surpreende: a cada quatro horas, uma é dedicada às social medias.
Ouvir é o mais importanteNeste contexto, o papel do assessor de imprensa é importantíssimo para que alguns eventuais desvios não ocorram. O primeiro é a falta de clareza nas mensagens e a tentativa de enganar o consumidor. Recentemente, um grande e-commerce divulgou, no Twitter, que vendia determinado produto com desconto. Quando os internautas visitaram o site, perceberam que a história não era bem assim: pouquíssimas unidades daquele determinado produto estavam em liquidação; as demais eram vendidas pelo preço habitual.
Para tentar desfazer o ocorrido, o e-commerce lançou em seguida mais uma promoção. Via Twitter, a empresa informou que poucas unidades de um determinado produto estavam escondidas no site e que quem as encontrasse poderia adquirir com desconto.
Melhor assim, né? Se tivesse solicitado a ajuda da assessoria de imprensa, esse problema, provavelmente, não teria ocorrido e os consumidores compreenderiam toda a mensagem. Nas mídias sociais, que muitas vezes limitam a quantidade de caracteres da mensagem, o conteúdo conciso e claro é imprescindível. Nesse universo, menos é definitivamente mais!
Um outro problema das empresas presentes nas mídias sociais é não ouvir os usuários. Ou seja, postar conteúdo atrás de conteúdo e não se preocupar com o retorno e sugestões dos "seguidores" do Twitter, por exemplo. Muitas empresas, infelizmente, seguem essa linha e se esquecem de que ouvir é realmente o mais importante passo no processo de aprendizagem sobre as redes sociais na web.
Conteúdo e social mediaPara fazer parte deste contexto, o assessor de imprensa precisa ser digital. Ou seja, ter habilidades e competências para propagar mensagens de marcas e empresas através de mídias sociais, contribuindo para um crescimento sustentável das corporações. O comunicador precisa, portanto, compreender este universo e explorá-lo ao máximo.
É claro que os outros campos não devem ser esquecidos. O americano John H. Bell, managing director da Ogilvy PR, já defendeu mais de uma vez que o assessor de imprensa precisar ser 20% digital, 20% estratégico, 15% conhecedor de mídias e 10% conhecedor do universo boca a boca. O restante dos percentuais – com menor peso – é divido entre o poder de pesquisa e de parceria, entre outras competências.
Na prática, a Ogilvy PR já desenvolveu projetos com esse norte. Uma fundação americana levou à John H. Bell o seguinte desafio: "Queremos ter reconhecimento global, não apenas de nosso país." Para atender o cliente, a Ogilvy PR desenvolveu, basicamente, estratégias digitais, utilizando, por exemplo, blogs, Flicker, Facebook, MySpace e Twitter para propagar conhecimento e conteúdo.
O resultado foi alcançado em pouco tempo e o sucesso da iniciativa sustentou o que muitos especialistas adoram repetir: "Para ser global, use as mídias sociais." A receita é simples de se seguir: estudos indicam que os consumidores são impactados diariamente por mais de 3.000 mensagens e que buscam conteúdos atraentes e divertidos.
Mesclar esse conteúdo com as social medias é, portanto, um tarefa que ainda intriga os comunicadores, mas que se tornou a chave do sucesso para qualquer iniciativa de assessoria de imprensa.
Seja bem-vindo à era do comunicador digital!

(*) Rodrigo Capella é assessor de imprensa desde 2002, formado em Jornalismo pela Umesp, pós-graduado em Jornalismo Institucional pela PUC-SP, autor, entre outros, de "Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia".

JORNALISMO AMBIENTAL

O que se convencionou chamar de Jornalismo Ambiental não é um conceito fechado. Entendo o Jornalismo Ambiental como um gênero de cobertura bastante sensível aos estragos causados por um modelo de desenvolvimento que vem exaurindo, em velocidade assustadora e numa escala sem precedentes, os recursos naturais não renováveis do planeta, com impactos negativos sobre a qualidade de vida da população.
O Jornalismo Ambiental preconiza um olhar ecológico, inter-relacional, que remete a uma abordagem sistêmica dos assuntos do cotidiano. Invariavelmente desagrada interesses políticos e econômicos contrários à sustentabilidade.
Pela gravidade da crise ambiental em que estamos mergulhados nos dias de hoje, pode-se dizer que que o estudante de jornalismo que sai da universidade depois de quatro anos de curso sem um pacote mínimo de informações na área ambiental, não está apto a cumprir sua função social. O que se espera do profissional de imprensa nesse momento é a capacidade de denunciar com clareza o que não é sustentável e sinalizar rumo e perspectiva para a sociedade.

JORNALISMO DIGITAL

Um excelente trabalho sobre essa vertente do jornalismo! Leiam e apreciem!



Jornalismo Digital

Novos paradigmas de Produção, Emissão e Recepção do Discurso

Pedro Celso Campos
Durante os últimos cinco séculos o homem testemunhou a evolução e a crescente importância da comunicação, desde que Gutenberg imprimiu, em 1455, a famosa Bíblia de 42 linhas por coluna, aperfeiçoando, assim, a tipografia que fundidores europeus já conheciam desde 1260. Livros impressos, com caracteres móveis, datando das primeiras décadas do século XV, foram descobertos na Coréia. Mas é a partir da segunda metade do século XVI que o livro impresso corta, definitivamente, suas ligações com o livro manuscrito. Com o livro impresso, o alvorecer do século XVI também registra o surgimento da imprensa. Nos primeiros anos desse século, mais de 50 cidades alemãs já tinham jornais.
O que possibilitou o rápido crescimento da imprensa, naqueles primeiros anos, foi a ação dos chamados “impressores ambulantes” que levaram a “invenção de Gutenberg”, isto é, a arte de imprimir com tipos móveis ( tipografia ), para 247 cidades européias, das quais 78 italianas. É em Roma que surge a imprensa latina, tal qual conhecemos, porque ali os impressores abandonam a influência gótica dos escritos medievais e adotam os caracteres romanos.
Por 400 anos a arte de imprimir livros e jornais conheceu poucos aperfeiçoamentos, mas no final do século XIX surgiu um sistema automático de produção de tipos gráficos para acelerar a montagem do texto a ser impresso: era a Linotipo, inventada por Ottmar Mergenthaller em 1884, em Baltimore, EUA. A partir daí, ao invés dos tipos individuais, montados à mão, era possível compor a linha inteira que era fundida em chumbo depois de “digitada” no teclado da própria máquina.
Paralelamente foram sendo introduzidas novas tecnologias também no sistema de impressão. As máquinas planas, que imprimiam o jornal folha por folha, foram sendo substituídas pelas rotativas que usavam bobinas de papel e já finalizavam a encadernação e o empacotamento do jornal impresso.
Entretanto, foi a substituição da linotipia pela computação eletrônica e, por outro lado, a substituição da impressão tipográfica pela impressão em off-set que permitiram, no século XX, a transformação dos jornais em grandes empresas de comunicação.
As demais mudanças ocorridas no jornalismo foram provocadas, também no início do século XX, pela concorrência com os meios eletrônicos: o rádio, a televisão e, mais recentemente, a internet.
Dos “tipos romanos” que os fundidores alemães disseminaram pela Itália no século XV, ao “Times New Roman” deste texto eletrônico, composto em corpo 12, no computador, de forma instantânea, com possibilidade de reprodução a cores, também de forma instantânea mesmo que a impressora esteja situada do outro lado do planeta, a evolução foi notável.
Mas os aperfeiçoamentos não cessam porque é próprio da inteligência humana buscar novas formas de melhorar ainda mais o que faz. Uma tecnologia acaba influenciando a outra, num processo contínuo e interminável.
Para continuar lendo acesse o link:

terça-feira, 23 de março de 2010

Assembléia gaúcha aprova exigência de diploma para jornalistas no serviço público

Jornalistas gaúchos comemoraram nesta quarta-feira (17/03) a aprovação, pela Assembléia Legislativa do RS, do Projeto de Lei 236/2009, que torna obrigatório o diploma de Jornalismo para o exercício da profissão no serviço público estadual. A FENAJ prossegue com a orientação de que se busque, nos estados, contato com os líderes de bancadas para acelerar a composição da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisará a Proposta de Emenda Constitucional 386/09.

Na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul o Projeto de Lei 236/2009 foi aprovado por unanimidade. Tal resultado surpreendeu o próprio autor do projeto, o deputado Sandro Boka (PMDB). “Confesso que fiquei surpreso com a unanimidade, mas esperava uma certa aprovação porque quando o STF derrubou o diploma, muitos deputados repudiaram a decisão”, explica.

Agora, o PL deverá ir para sanção da governadora Yeda Crusius (PSBD). “O Legislativo do Rio Grande do Sul deu um exemplo que deve ser seguido por todo o País. Foi uma resposta ao STF. Agora só precisamos fiscalizar para que essa lei seja cumprida”, diz o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Maria Rodrigues Nunes, que pretende solicitar uma audiência com a governadora e pedir a aprovação do projeto.

Com a possibilidade de um acordo de lideranças definir algumas das Propostas de Emenda Constitucional a serem apreciadas entre as 68 que tramitam na Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar, o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, voltou a pedir empenho dos apoiadores do movimento em defesa do diploma nos estados no sentido de sensibilização dos líderes partidários. “É fundamental que façamos este contato pelas bases para que a Comissão Especial comece seus trabalhos o quanto antes”, sustenta, lembrando que em ano eleitoral o ritmo de funcionamento do parlamento brasileiro sofre alterações.

Em Pernambuco, o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Ayrton Maciel, manteve contato com os deputados (os dois pernambucanos que ocupam cargos de liderança, atualmente) Fernando Ferro - líder do PT - e André de Paula (DEM), líder da bancada de oposição na Câmara Federal. Ambos se prontificaram em pedir às suas bancadas que indiquem os nomes para a Comissão Especial que analisará a PEC 386/09, a PEC do Diploma. "A expectativa da FENAJ é a de que a PEC na Câmara possa ser votada no plenário até o final de maio. Expectativa de agilidade que também temos em relação à PEC no Senado. Por isso é importante a mobilização. Além disso, ela pode impedir que haja precipitação de alguma entidade, em algum estado, quanto a alguma medida que fragilize a nossa luta", destacou Maciel.

Com informações dos Sindicatos dos Jornalistas do RS e de PE

quinta-feira, 11 de março de 2010

MY FIRST POST!! MÍDIAS SOCIAIS


O termo Social Media em inglês é traduzido para Mídia Social em português e significa o uso do meio eletrônico para interação entre pessoas. Os sistemas de relacionamentos digitais combinam textos, imagens, sons e vídeo para criar uma interação social de compartilhamento de experiências.
O ser humano é antes de tudo um ser social, as ferramentas digitais estão potencializando essa tendência e alterando completamente a comunicação dessa nova economia.
Presença digital é um conceito que vamos ouvir falar muito esse ano no mercado de marketing digital, afinal, hoje com o amplo crescimento das Redes Sociais, as marcas querem cada vez mais estar presente nesse mundo, com objetivo de atingir seus consumidores; pois bem, é importante ressaltar que presença digital não é apenas Redes Sociais, esse é um dos pilares, importantes, claro, mas não único; outro fator a ser levado em conta é o fato de que não basta estar nas Redes é preciso saber estar.
Temos um enorme desafio pela frente entender as novas regras da comunicação. É uma maravilha estar aqui e agora!
BEM VINDO!