“A maior Liberdade de Expressão é a Expressão da Liberdade”.




Carlos Ayres Britto.








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quinta-feira, 27 de maio de 2010

STF julga decreto sobre TV digital nesta quinta-feira 26/05/2010

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta quinta-feira (27/05) o julgamento sobre a constitucionalidade do Decreto 5.820, de 2006, que estabeleceu o Sistema Brasileiro de TV Digital e as regras para a digitalização da televisão no país. O questionamento do decreto é de autoria do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3944) por considerar que o SBTVD não é apenas uma atualização dos serviços de radiodifusão no país.Tendo como relator o ministro Carlos Ayres Britto, a ADI 3944 foi impetrada pelo PSOL em 21 de agosto de 2007. O partido questiona os artigos do Decreto 5.820 que concedem novos canais digitais aos atuais concessionários de emissoras de televisão, sem licitação e atropelando preceitos constitucionais. E argumenta que tal iniciativa amplia a concentração da propriedade dos meios de comunicação no país.A inconstitucionalidade argüida pelo PSOL já foi respaldada pela Procuradoria Geral da República (PGR), que em junho de 2009 emitiu parecer considerando a ação procedente. Desqualificando a TV Digital como mera continuidade dos serviços de Televisão hoje prestados no país, a PGR apontou que o novo sistema cria novos serviços, como a possibilidade de transmissão de dados, a interatividade e a recepção móvel de sinais. Argumenta, também, que o decreto não respeita o processo de renovações e concessões, contrariando o Artigo 223 da Constituição Federal, e que a escolha do padrão japonês para implementação do SBTVD não foi transparente.Diversas entidades e movimentos sociais ingressaram no processo apoiando a ação do PSOL na condição de Amicus Curiae (amigos da Corte). Já do lado do governo, que sustenta que as novas outorgas dos canais digitais ocorreram porque não constituem novas concessões, também na condição de Amicus Curiae, estão entidades empresariais como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Radiodifusores e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Todo jornalista tem que ser criativo em suas matérias

Não existe forma fixa para se criar um texto, ele nasce estruturado no repertório e criatividade do seu autor.

É verdade que não existe uma forma fixa para se criar um texto, ele nasce estruturado no repertório e criatividade do seu autor, seja qual for seu estilo.

Mas também é verdade que os textos jornalísticos estão cada vez mais enfadonhos, lembram boletins policiais.

Certa vez em uma palestra de comunicação, o palestrante citou um exemplo de criatividade, dizia ele que todo mundo que vai para Paris tira uma foto da torre Eiffel, muitos se contorcem para tentar captar na imagem o máximo possível da torre, por isso todas as fotos são tão iguais. Mas o fotógrafo com criatividade se preocupa com o detalhe, ele fotografa um único parafuso do monumento e desperta mais curiosidade das pessoas do que se o tivesse fotografado por inteiro.

É exatamente isso que falta nos textos jornalísticos, os repórteres chegam ao local do fato com seus textos praticamente prontos, podem acontecer vários fatos pitorescos que fujam da pauta que não vai importar absolutamente nada para o repórter preguiçoso, seu texto será da forma quadrada e chata de sempre.

Diria eu que jornalismo é igual fazer sexo, precisa de preliminar, de posições diferentes, de várias formas de abordar o mesmo assunto, de criatividade, malícia e bom humor.

Tem que fugir das “meras atas” que vemos todos os dias nos jornais. Jornalismo é um ofício artesanal, o artesão tem que manejar as palavras, descrever situações que somente são possíveis constatar no local do fato, às vezes mudar completamente o foco sem deixar a cerne do assunto de lado.

Fazer um simples fato virar uma grande notícia é uma arte.

Jornalismo assim como o sexo tem que ser: responsável, criativo, sedutor e dar prazer. Caso contrário fica a mesmice enjoativa de sempre; muitas vezes é o jornalista que faz o leitor cometer o adultério.

Do SJPDF

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Instituto lança manual de segurança para jornalistas na Copa do Mundo

Documento aconselha que correspondentes internacionais troquem informações com os jornalistas locais.

O International News Safety Institute (INSI) produziu um manual de segurança para jornalistas que irão atuar na cobertura da Copa do Mundo na África do Sul.O documento apresenta um panorama da violência no país, sobretudo em sua maior cidade, Johhanesburgo, e aconselha que os correspondentes internacionais troquem informações com os jornalistas locais para questões de segurança, segundo informa a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).O manual cita dados da CIA que indicam o país como primeiro colocado em homicídios e estupros no mundo; segundo na lista de violência com armas de fogos e sequestros; e terceiro em assaltos e roubos de carros.
A cartilha de segurança da INSI trata, principalmente, de estratégias para o deslocamento em território sul-africano, mas também fornece informações a respeito de cuidados considerados secundários, como saúde e hospedagem."Aproximadamente 19% dos sul africanos (entre 15 e 49 anos) estão infectados com o HIV. A maior rota de transmissão é da mãe para o bebê ou sexo heterossexual", alerta o INSI."Não ande pelas ruas da cidade sozinho à noite e evite certas áreas de dia. Seja aconselhado por jornalistas locais.
Seu hotel também dará bom aconselhamento. Não vá às cidades satélites sozinho em nenhum momento - sempre leve um guia local", adverte trecho do manual acrescentando que ficar em hotéis é uma alternativa segura, pois, em casa alugadas, "muitas pessoas são atacadas" mesmo dentro das residências.



O que está correto: "em anexo" o apenas "anexo"?


Anexado,anexo. 1. Para expressar uma ação, use anexado tanto com ter e haver como com ser e estar: Tinha (havia) anexado, foi (esta) anexado aos autos. Prefira anexo como adjetivo: casa anexa, documentos anexos.Anexo - Não tem função de advérbio. Dessa maneira, são incorretas as formas "Anexo" envio a carta. / "Anexo" a esta envio a carta.2. Como adjetivo, sua forma habitual, anexo deve figurar em frases como: Envio a carta anexa./ Prédios anexos ao central. / Anexas lhes encaminho as citações. / A certidão está anexa aos autos.Anexo e incluso são palavras que funcionam como adjetivos, devem, portanto, concordar com o substantivo (ou pronome substantivo) a que se referem:Segue anexo o livro.Seguem anexos os livros.Segue anexa a fotografiaSeguem anexas as fotografias.No entanto, deparamo-nos com a expressão:Em anexo documentos comprobatórios. ou Em anexo cartas comerciais. Indiferente do substantivo seguida da palavra em, anexo torna-se invariável.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Marketing Pessoal

Fatos recentes me fizeram relembrar o grande Comandante Rolim Amaro. Em uma das suas famosas "Carta do Presidente" que eram distribuídas aos passageiros da TAM, ele dizia que "mais importante do que saber começar algo era saber terminá-lo". Nesta carta o saudoso Comandante falava com propriedade que sempre lhe foi peculiar, sobre o comportamento dos colaboradores da TAM que eram despedidos. A empresa havia criado um carta demissional onde os colaboradores poderiam descrever tudo o que estavam sentindo. Estas cartas eram analisadas por uma equipe de especialistas em Gestão de Pessoas que esperavam adquirir com estes relatos informações que permitissem construir um melhor relacionamento e sistema de trabalho. A grande surpresa fôra descobrir que o conteúdo destas cartas eram de um rancor maior que o esperado a um ex-colaborador. Elas vinham recheadas de acusações pessoais, intrigas sobre o comportamento de outros companheiros e toda a sorte de maldade contra antigos lideres.
O livro com todas as cartas do Comandante Rolim poderá ser adquirido em qualquer livraria e certamente é uma leitura obrigatória aos jovens executivos que não tiveram a chance de acompanhá-las através de suas viagens. Mas o motivo que me levou escrever este artigo sobre marketing pessoal é para uma situação não citada pelo Comandante. Os que demitem-se de algum cargo. Estamos sempre aprendendo e levamos anos preparando para sermos contratados, mas esquecemos de nos prepararmos para sermos demitidos. Quando vamos a uma entrevista de emprego ou a um novo encontro amoroso é sempre uma grande preparação: banho demorado, perfume, currículo impecável, hálito refrescante etc. Fazemos de tudo para impressionarmos e para gerarmos grande expectativa no outro. Passada esta fase e conquistado nosso objetivo começamos a abrir nossa guarda. Muitas vezes não era o que esperávamos e que criamos uma expectativa maior do que realmente encontramos. Continua aqui
Texto de Carlos Eduardo Munhoz